sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Qualidade na Educação


IFBA - Jequié, um engodo em educação?
Devido à necessidade de suprir a carente mão de obra especializada em alguns setores da indústria, no ano de 1909 foram criados, em todo o Brasil 19 centros de ensino profissionais denominados “Escolas de Aprendizes Artífices”, objetivando assim formar operários dotados de conhecimento técnico através de ensino prático. Nos 100 anos de história destes centros de ensino, eles passaram por profundo processo evolutivo com reformulação de sua estrutura funcional, promovendo interação social cidadão-indústria, bem como a realização profissional de seus egressos.
Abordando rapidamente o contexto histórico do Centro de ensino em nosso estado, notamos que desde a sua fundação, a então “Escola de Aprendizes Artífices da Bahia”, que oferecia cursos de alfaiataria, encadernação, ferraria, sapataria e marcenaria e cujo nome perdurou até o ano de 1937, apresentou relativa evolução na oferta de cursos e aumento em número de alunos interessados nas práticas ofertadas pela escola, tais reformulações culminaram com a mudança na nomenclatura da instituição por diversas vezes, sendo as mais significativas, “Escola Técnica Federal da Bahia”, “Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia” e atualmente em “Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia da Bahia”. Ao gosto e olhos dos gestores estamos sempre submetidos a mudanças... mudanças... mudanças... Que nada resolvem!
Por volta do ano de 2006, articulou-se de maneira aberta a população, a criação do campus de Jequié, e de várias outras unidades em cidades no interior do estado, fato este que só foi consolidado após um conturbado processo licitatório, incorrendo até em anulação do mesmo por irregularidade cometida pelas empresas vencedoras. Felizmente a reitoria juntamente com a Controladoria Geral da União detectou a farsa a tempo de efetuar correção. Curiosamente, tudo que é bom para nossa cidade tem entraves terríveis até a efetivação da instalação (realmente esta cidade tem uma cabeça de jegue enterrada na sua entrada).
Focando o campus de Jequié, depois de concluída a construção apressou-se em efetuar o processo seletivo para que as atividades do Campus fossem de fato inicializadas, cerca de 5mil jovens e adultos efetuaram as inscrições para o referido processo, afoitos e extasiados, diante da prerrogativa de estudar numa instituição altamente qualificada e de renome nacional. Na aula inaugural em março de 2011, os alunos, pioneiros desta unidade, fitavam professores e a direção, ouvindo atentamente seus discursos, os quais descreviam as diretrizes do Campus e o impacto que causaria na sociedade. Hoje, aproximadamente 8  meses após a inauguração e o final de um semestre corrido, atropelado, de ementa semi-cumprida em algumas disciplinas, enfrentei a primeira greve. Todos os dias ao me aproximar da unidade, observo a partir da BR-116 a pomposa construção localizada no topo da colina, por vezes tenho a sensação de que a cidade foi realmente contemplada com uma das mais antigas e conceituada instituição de ensino federal, imponente, bela, em sua casca exterior, mas funcional como um bambu, ou seja, totalmente oca. Apesar de possuir excelentes profissionais dotados de elevados conhecimentos didáticos, a instituição não possui equipamentos em seus laboratórios, não possui professores para todas as disciplinas. Então subo a colina triste, desmotivado, vendo ruir o meu sonho de ser um técnico altamente qualificado, formado por uma instituição federal, a qual almejava freqüentar desde quando morava na capital, mas, devido a necessidade de trabalhar muito mais que deveria, me foi cerceada tal oportunidade, vejo que eventualmente num concurso público será impossível concorrer de forma similar com egressos de outros campi como, por exemplo, o de Vitória da Conquista. Tenho noção de que o conhecimento se faz também de forma autodidata, mas o mercado exige pessoas comprovadamente capacitadas, e para as disciplinas sem professores, como ficaria o meu currículo? Tosco? Ceifado? igualzinho a moral de quem conduz a política educacional no país?
Caros colegas, reflitam, exerçam o seu direito de cobrança, não se deixem levar apenas pelas promessas, dentro em pouco tempo vocês serão profissionais em campo com elevado grau de responsabilidade técnica, e diante da atual situação do curso de eletromecânica, você acha que seríamos dotados de conhecimento compatível com tal necessidade?

Neste país, a educação se faz com luta, e a luta se faz com união!
Luciano Silva – aluno modulo II curso eletromecânica/2011

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Polícia na casa da cultura: Intolerância religiosa ou idiotice de um pastor?

Fiquei surpreso ao saber através do rádio, que um pastor mandou a polícia para a casa da cultura porque Barnabé tava com sua peça teatral SEXO SEM LIMITES (os policiais entraram e adoraram o espetáculo, pois assistiram atentos até o final kkkk!!), tenho dezenas de amigos evangélicos e me dou bem com todos eles, mas esse pastorzinho aí, deveria se preocupar mais com o rebanho que ele comanda não acham? Pastor, voce é livre para pregar, Edir é livre para extorquir, os padres podem pintar e bordar, o pai de santo pode fazer o que quiser, em tempo, vivemos DEMOCRATICAMENTE, a inquisição nem a ditadura já não fazem parte de nosso contexto social!

Valeu a Pena reclamar na ANATEL

Pois bem, após a minha reclamação junto a ANATEL, a operadora OI resolveu retornar ao antigo valor cobrado pelo VELOX e que está no site da mesma. Então não se acomode, reclame!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Mais uma da da OI/Velox


REAJUSTE VELOX 2011

Confira sua conta de telefone, a OI reajustou este mês o valor do
VELOX 2MB em 9,16% saltando para absurdos R$76,30 informando 
que foi autorizada pela ANATEL, é mentiraaaa!! no site da 
ANATEL só tem documento relacionado a isso com data de 2010. ligue para a operadora, reclameee, anote o PROTOCOLO, depois ligue para 1331 (ANATEL) e preste uma queixa! Em tempo, o site da OI ainda está com valor de R$69,90 para 2MB! Eles querem reformar o prédio incendiado e repor os equipamentos às nossas custas de qualquer jeito!

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Enquanto isso, nesse trânsito louco de Jequié

Mais um acidente ocorreu por volta das 09:20 na manhã de sexta-feira no centro da cidade, mais precisamente na av. Presidente Dutra (próximo a secretaria municipal de serviços públicos), um dos motoqueiros envolvidos no acidente ficou inconsciente no local e foi atendido pela equipe do SAMU192.


terça-feira, 5 de julho de 2011

Não gostei da brincadeira, Stº Antonio também não gostou!

Igreja de Santo Antonio em Jequié. Foto Zenilton Meira


O que pensa o radialista Rildo Júnior a respeito dos festejos de Santo Antonio  em 2011

Passada a euforia das nossas festas juninas, quero aqui fazer uma pequena análise do que foi, para mim, os Festejos de Santo Antonio em Jequié, que poderia muito bem ser lembrada como a micareta de Santo Antonio, com o perdão da utilização do santificado nome de Santo Antonio. Mas foi bem isso que se viu, em plena Avenida Rio Branco, no meio das comemorações religiosas da Igreja e durante a celebração litúrgica da data.  Aconteceu  um certo desvio na execução do evento fora da Matriz de Santo Antonio. Nos últimos anos, desde a construção do Espaço Dom Cristiano, que é uma espécie de “concha acústica”, que as participações musicais vinham sendo apresentadas ali, próximas da igreja, o que a meu ver, criava um laço de carinho com a igreja, afetividade mesmo. Às vezes haviam excessos por parte de  alguém que resolvia misturar a bebida alcoólica tomada nas barracas com a alegria do momento. Mesmo assim o evento era cercado pela participação das famílias jequieenses católicas ou não. Não se viam músicas tidas como de baixo calão  pois tinha-se como controlar o repertório musical, sem perder a alegria da comemoração. Não se escutavam determinadas pérolas do cancioneiro popular e mesmo assim todos se divertiam. Sei do empenho da paróquia na realização deste evento anual, tão esperado, organizado, preparado e  tão importante para a cidade, como para o cristão. Mas este ano o que se viu, na parte dedicada à festa dita mais “profana”, foi um verdadeiro carnaval. Pra dar uma cara mais próxima desse festival, colocaram um trio, em plena Avenida Rio Branco, o que gerou ainda mais “ferveção” por parte daqueles que achavam que estavam numa micareta. Foi uma profusão de “incontinência urinária”.  O trecho entre o largo da igreja e as ruas próximas parecia banhado por um carro pipa de xixi. Além da enorme quantidade de brigas e confusões, que só serviram pra auxiliar a polícia militar a testar a eficácia do gás de pimenta. É só verificar a quantidade de ocorrências durante a festa. Com toda a certeza Santo Antonio não gostou...
                                                                   Ass: Rildo Júnior é professor, formado no curso de Letras pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia e radialista associado ao SINTERP (DRT 4333).

Olhe pro céu meu amor, veja como o são joão está acabando...??

 Não podemos queimar fogueiras! é crime ambiental, e o IBAMA te mete uma multa ou até mesmo manda te prender.
Não podemos soltar balões! tá maluco? é crime contra o patrimônio público e privado,  olha a base do poliduto ali! olhe as matas! (se bem que muitos pintam e bordam no que resta de vegetação).
Não podemos soltar fogos, é crime! as possíveis queimaduras oneram os gastos públicos nos hospitais com o tratamento de queimados, portanto, guerra de espadas em Cruz das almas nem pensar! (entretanto, aqui na cidade pode-se continuar onerando o serviço de saúde pública com os acidentes dos loucos motoqueiros que ninguém se importa...)
Em tempo, o são João do futuro será com: fogueiras hi-tech feitas com fogo artificial de laser  daqueles fabricado na china, os balões serão projeções holográficas também com potentes projetores fabricados na china, e os fogos de artifício? bem, no futuro teremos painéis de LCD ou LED (também  fabricados na china pois é o que tá na moda) pendurados nas partes mais altas da cidade projetando explosões buscadas pelo Google imagens ou  animações do Youtube.
E tudo isso será margeado pelo som de... não, não será forró ao som de uma sanfona criada por um sintetizador fabricado na china, será ao som de carros carregados de parafernálias, teremos um repetição infindável de intragáveis pagodes da minha terra começando por ‘mexe a bundinha” chegando ao  “vai até o chão” ou então daqueles batidões do funk com letras carregadas de conhecimento que manda a “cachorra mexer o bundão” ou “hoje eu vou dar isso, pra ver a coisa sair naquilo”.
Isso é tecnologia minha gente, o são João hi-tech chinês está perto de chegar aqui pelas bandas do nordeste...

Acordos e Governabilidade, um nó democrático

No período pós-eleitoral, seja em quaisquer das três esferas do poder executivo da federação, o processo da construção de uma base sólida, ...